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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Romance - Fuja dos clichês




Oi gente, hoje vim falar com vocês sobre uma categoria específica da literatura: ROMANCES.
       Sabemos que é uma categoria muito ampla, podemos encontrar obras românticas em várias épocas na nossa literatura com roupagens diferentes, o romance no Arcadismo por exemplo, é diferente do romance em sua própria divisão da literatura brasileira, o Romancismo, este que por sua vez, ainda se divide em mais três classes: O indianismo, o regionalismo (onde as pessoas morriam de amor - o mal do século) e a realidade política e social.




           No entanto, eu venho aqui para falar sobre o romance atual, o romance dos bests sellers, do estilo a la Nicholas Spark e John Green. Geralmente não tenho nada contra livros mais vendidos, exemplo disso é meu amor pelo livro "Inferno" (Dan Brown), pela coleção de Percy Jackson e os olimpianos e por aí vai, porém, me sufoca o padrão repetitivo, chato e cansativo que muitos autores de romance adotam hoje em dia, que acabam viram a fórmula para o sucesso.
          Vejam bem: É só começar a novelinha com um casal improvável, um garoto ou uma garota que seja o(a) problemático(a) da relação, no desenrolar da história, um empecilho que atrapalhe a junção do felizes para sempre (pode ser uma doença mortal, o câncer aparece bastante), e finalmente no desfecho uma tragédia ou um felizes para sempre que ilude qualquer adolescente.


          Nada contra quem se habilita a ler dezenas de livros assim, eu simplesmente não consigo, li Um amor para recordar, achei legal a abordagem e tudo mais, em seguida li A Última música, achei bastante parecido, só mudando o personagem que tinha a doença, depois Querido John, que me encheu a paciência e não passei da metade do livro, os mesmos elementos nos livros diferentes, sabe, concordo que cada autor deva ter suas características, mas produzir o mesmo esquema de texto só porque ele virou um bests sellers é cansativo e chato.
           Meu conselho é preferir pelas obras que fogem dos finais felizes para sempre, e da tragédia mais que clichê, Um dia é o exemplo perfeito de romance interessante, tem todos os elementos interessantes, porém, em nenhum momento se imagina o final surpreendente que o livro termina.
             Me fascina romances policiais, que vão de Inferno de Dan Brown, até Refúgio de Harlan Coben, pois, nunca se tem ideia do desfecho da trama.

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